quinta-feira, 9 de maio de 2013

::CNJ elabora resolução para estabelecer novo modelo de seleção de juízes::



Durante o seminário Regras de Concurso para a Magistratura, realizado nesta segunda-feira, 6, em Brasília, o CNJ discutiu a minuta de uma resolução para estabelecer um novo modelo de seleção de juízes, já que 80% dos concursos públicos para ingresso na carreira de magistrado são organizados por empresas terceirizadas.
A principal e mais debatida proposta foi a instituição de um certame de âmbito nacional, exclusivo para a primeira etapa, a ser promovido por uma comissão composta por representantes do CNJ ou demais conselhos nacionais, das escolas nacionais da magistratura e da OAB.
A proposta de resolução foi elaborada por um grupo de trabalho interinstitucional, presidido pelo conselheiro Lucio Munhoz, responsável pela Comissão Permanente de Eficiência Operacional e Gestão de Pessoas do CNJ. Esse grupo foi instituído pelo Conselho após constatar a existência de mais de 100 processos administrativos contra as regras da Resolução 75, editada pelo órgão em 2009 para regulamentar os concursos públicos para ingresso na carreira de juiz.
Lúcio Munhoz explicou, na abertura do seminário, que o grupo de trabalho realizou um minucioso estudo sobre as dúvidas suscitadas por candidatos e tribunais nos processos, assim também sobre os diversos modelos de seleção empregados pelos tribunais brasileiros. Uma das constatações foi a de que o Poder Judiciário terceiriza boa parte dos concursos para ingresso na carreira da magistratura, pouco participando desse processo. "O que temos observado é que são as instituições privadas que estão traçando o perfil dos nossos magistrados, e não o Poder Judiciário", afirmou o conselheiro.
Morgana Richa, ex-conselheira do CNJ e coordenadora do grupo de trabalho, explicou que uma das preocupações foi incluir as escolas da magistratura no processo de seleção dos novos juízes. "Surpreendeu-nos a quase nenhuma participação das escolas nos concursos públicos", disse.
O juiz Ricardo Chimenti, da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, completou argumentando que a ideia do grupo de trabalho é a instituição de uma prova nacional que substitua a prova objetiva, ou seja, a primeira fase do concurso. Essa prova nacional seria formulada com questões de um banco de dados a ser alimentado anualmente pelas escolas da magistratura. "Com isso, iremos retirar a etapa da formalização das questões das instituições terceirizadas. As bancas privadas poderão ser contratadas, mas para solucionar questões de logística, não para a elaboração das provas" , afirmou.
De acordo com Chimenti, o objetivo é limitar a atuação das bancas examinadoras terceirizadas. "Chegou ao nosso conhecimento de que já houve até biólogos ou químicos conduzindo os concursos para a magistratura, com base em um grande banco de questões. Isso não é possível. Uma das novas exigências é que a instituição terceirizada forneça ao menos o currículo dos integrantes da banca examinadora", afirmou o magistrado, destacando que a atuação das instituições terceirizadas também seria proibida na fase da sindicância da vida
pregressa do candidato, quando da realização da prova oral.
Morgana Richa destacou que, em um primeiro momento, a adoção da primeira etapa nacional, pelos tribunais, seria opcional. Além disso, a proposta é que as demais fases do concurso sejam conduzidas pelas cortes. "Esse concurso nacional foi muito debatido entre nós, e a conclusão foi de que esse é o momento de avançarmos na proposta", destacou.
Fonte: Migalhas

sexta-feira, 3 de maio de 2013

::FDR realiza palestra sobre Gestão Pública para novos alunos de pós-graduação::



  No último sábado, dia 27 de abril, foi realizada no auditório da Faculdade Del Rey (FDR), uma palestra sobre os desafios da atual gestão pública no cenário nacional. Ministrada pela coordenadora do curso de pós-graduação em Gestão Pública da instituição, professora Patrícia Brandão (foto), com mestrado na Fundação João Pinheiro, e com também participação do professor do curso de Direto, Dr. Luís Henrique, além dos demais profissionais da faculdade e vários alunos presentes, o evento pontuou e debateu assuntos primordiais que envolvem o tema.
Questões como a participação popular na definição das políticas públicas junto ao governo e a necessidade da interação entre o Estado, o mercado e a sociedade foram amplamente discutidas entre os participantes. Jorge Ferreira (foto), formado em Contabilidade pela PUC-MG, observou: “A palestra serviu como um incentivo a mais pra mim, já que trabalho na esfera pública e vivo diariamente o assunto. Pretendo me especializar e fazer uma pós-graduação aqui na faculdade”.
 A professora Patrícia Brandão também deu foco na importância da relação entre os profissionais que atuam na gestão pública e outros que atuam nas demais esferas, já que o assunto engloba interesses mútuos dentro de uma sociedade cada vez mais inteirada e preocupada com o que acontece em nível público. Patrícia comentou: “Foi importante ver o interesse dos alunos que aqui vieram. Tomara que eu possa trazer para as turmas novos conhecimentos e ferramentas atualizadas para atuação deles quanto gestores”, finalizou.



Professora Patrícia Brandão

Jorge Ferreira , formado em Contabilidade pela PUC-MG


domingo, 14 de abril de 2013

:: Pós-Graduação em Gestão Pública ::

Pós-Graduação em Gestão Pública
Objetivo:
Ampliar a capacitação profissional de servidores públicos municipais, estaduais ou federais para que venham atuar de forma mais integrada, dinâmica, produtiva e ética, visando a ampliação do desenvolvimento sustentável e da qualidade de vida da coletividade administrada. Disponibilizar conhecimentos técnicos específicos necessários ao bom desempenho no contexto de restrições, desafios e oportunidades que marca a contemporaneidade.

Público-Alvo:
Profissionais, técnicos e analistas do setor público, organizações do terceiro setor, empresas de consultoria, envolvidas com a formulação, implementação ou avaliação de programas públicos ou recém-graduados em busca de formação especializada no campo, visando a realização de concurso público.
Carga horária:
364 horas
Corpo Docente:
Mestre, doutores e especialistas que possuem amplo domínio e experiência mercadológica.
MATRIZ CURRICULAR
DISCIPLINAS
CH
1. Direito e Gestão Pública: licitação, contratos e convênios
32 h/a
2. Gestão de Pessoas na administração pública
32 h/a
3. Orçamento e Plano Plurianual
32 h/a
4. Contabilidade Pública
32 h/a
5. Planejamento, Finanças e Gestão Orçamentária
32 h/a
6. Estado e Políticas Públicas: Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF
32 h/a
7. Planejamento Estratégico
32 h/a
8. Plano Diretor na gestão pública
32 h/a
9. Auditoria Interna e Externa
32 h/a
10. Projetos Estratégicos e Formulação de Programas Sociais
32 h/a
11. Metodologia do Trabalho e Pesquisa Científica
32 h/a
12. Trabalho de Conclusão de Curso
12 h/a
Legislação:
O curso segue diretrizes da Resolução CNE/CES n°1, de 08 de junho de 2007.
Local:
Rua Ubá, 396 | Floresta | Belo Horizonte/MG | Fone: (31) 3449.8400

Processo Seletivo:
Análise Curricular e entrevista.

Documentos para matrícula:
- Xerox do RG e CIC;
- Diploma de graduação ou certificado de conclusão;
- Histórico Escolar;
- Currículo;
- 01 fotos 3x4.

Taxa de inscrição:
R$ 50,00 (Cinqüenta reais)
Início das aulas
Consulte datas

Valor do investimento:
Consulte valores

Informações: 
E-mail: marketing@faculdadesdelrey.com.br
Tel: (31) 3449-8400

Obs.
- A realização do curso estará sujeita ao número mínimo de 20 (vinte) alunos matriculados.
- Na hipótese da não realização do curso o aluno poderá optar por outro ou requerer o valor da taxa de inscrição.
- Este curso também pode ser realizado In Company.